DeathSpank
Com um estilo visual peculiar, de câmera áerea, mas pouco distante, e cenários tridimensionais recheados por árvores e outros elementos em 2D, "Deathspank" coloca seu herói defensor da justiça em uma missão para reaver um artefato (chamado simplesmente de "o artefato") e derrotar o vilão Lord Von Sprong.
No meio disso, missões obrigatórias ou opcionais que pedem para que o jogador colete desde iscas para pescadores a lábios de frango (?). Entre os trechos de pancadaria e exploração, árvores de diálogos aparecem entre os personagens para revelar conversas impagáveis, de fazer rir até mesmo o sujeito mais sério. A irreverência do roteiro é o que torna o game tão especial.
Para os admiradores do multiplayer, "Deathspank" decepciona um pouco. Há opção para que um jogador entre na aventura em modo local, mas de forma limitada. O segundo usuário controla Sparkles, um mago com poderes próprios, mas que não tem a mesma customização do protagonista. Com o ajudante na tela notamos que a performance caiu um pouco, apresentando alguma lentidão em momentos mais movimentados, com muitos inimigos na tela.
Considerações
"Deathspank" é uma ótima pedida para os fãs de jogos de ação que não dispensam uma boa piada. Fãs dos antigos adventures da Lucasarts como "Maniac Mansion" e "Monkey Island" também devem se divertir com os ótimos diálogos e referências ao mundo pop de Gilbert, um dos mestres do assunto. Com uma mecânica redondinha, ainda que engessada pelos modelos de games como "Diablo", o jogo brilha por pelo menos 8 horas, combinando também gráficos bacanas que misturam bem o 3D e o 2D.








