Soul Sacrifice

14.05.12

Keiji Inafune anunciou que estaria trabalhando em um novo game, de um gênero que satisfaz seu gosto pessoal. O novo trabalho iria ficar a cara do produtor, que é o famoso criador de Mega Man e um admirador de RPGs da ação. Eis que a revista Famitsu anunciou que a novidade prometida por Inafune se chamará Soul Sacrifice e será um jogo exclusivo para as telas do novíssimo PlayStation Vita.

Além de Inafune, outra celebridade do mundo dos games está presente no desenvolvimento de Soul Sacrifice. Trata-se do compositor musical Yasunori Mitsuda, que é famoso por criar as trilhas sonoras de Chrono Trigger, Chrono Chross e da série Shadow Hearts.

Feitiçaria

O site Andriasang, que traduz informações diretamente do idioma japonês, relatou um apanhado de informações publicadas pela revista Famitsu sobre Soul Sacrifice. De acordo com eles, o jogador assumirá o papel do escravo de um poderoso e maléfico feiticeiro, trancafiado em uma prisão, aguardando o momento no qual será sacrificado.

De repente, um livro aparece em frente ao protagonista do game, o Golam Book. Esta obra não se trata de uma simples dramaturgia comum — mas sim de um poderoso demônio encarnado no formato do objeto literário. A entidade demoníaca possui a habilidade de transportar você para dentro das páginas dos contos e vivenciar as histórias narradas por eles, travando confrontos passados entre feiticeiros e criaturas monstruosas.

Tais conflitos configurarão as aventuras presentes no enredo do game, podendo ser jogadas em até quatro jogadores de maneira cooperativa.

Princípio de troca

O personagem que será controlado pelos jogadores é um feiticeiro muito ambicioso, em busca de um objetivo que ainda não foi revelado. Mas, para conseguir atingir tal intento, o feiticeiro deverá utilizar a magia negra que vai adquirindo nos confrontos vividos nas páginas do livro Golam. Para poder manifestar as habilidades mágicas, será necessário fazer muitos sacrifícios. Literalmente.

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O jogador pode, por exemplo, utilizar pedras e árvores presentes no cenário para realizar truques mais básicos, como criar uma barreira ou uma espada. Quanto maior a oferenda, mais poderoso poderá ser o feitiço utilizado. Ao sacrificar alguma parte de seu corpo, o protagonista pode invocar demônios atacantes ou mesmo disparar projéteis de laser nos inimigos.

Infelizmente, mesmo para a magia negra tudo tem limite. Durante o sacrifício das partes de seu corpo, você vai lentamente perdendo sua humanidade e adquirindo deformidades corporais. Conforme atinjam um patamar excessivo, o protagonista pode morrer ou mesmo se tornar um monstro, da mesma forma que ocorreu com os quais ele está lutando.

Humanidade X Poder

Há algumas semanas, a Sony realizou uma conferência para anunciar oficialmente e apresentar os primeiros detalhes de Soul Sacrifice. O evento contou com a presença de Shuhei Yoshida, presidente da Sony, e do próprio Inafune, que mostrou uma curiosa parte do multiplayer do game.

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Ao que parece, assim que um inimigo ou aliado é derrotado, se você se aproximar do corpo, duas opções aparecerão na tela. Em ambos os lados do visor, uma mão estendida aparecera, contendo uma palavra escrita na palma: “sacrificar” ou “resgatar”. Quando o jogador estiver jogando sozinho, ele simplesmente escolhe uma das duas opções.

Entretanto, no caso de o corpo em questão for de um chefe, possivelmente haverá mais de um feiticeiro jogando junto. Nesse caso, os gamers votam em qual das opções preferem, sendo que a mais votada prevalecerá. Ainda não é certo se os benefícios serão estendidos apenas ao protagonista principal ou se todos serão agraciados com benefícios, nem o qual será esse prêmio.

 

Outro ponto que vale a pena mencionar é que quando um inimigo (ou um monstro) está desfalecido no chão, você poderá ler mensagens escritas em vermelho sobre ele, com dizeres como “eu quero voltar para a minha família” ou “eu não quero morrer”. Essas ações demonstram que antes de se tornarem as horrendas criaturas, os bichos eram simples seres humanos. As decisões que deverão ser tomadas no game, certamente, serão árduas.

Quando?

Por que o personagem principal precisa se sacrificar para ganhar poderes? Qual é o objetivo do protagonista do jogo, dominar algo ou vingar-se de alguém? Quem são os tais monstros que, ao que parecem, eram pessoas normais e por que razão eles ficaram assim? O game usará os recursos exclusivos que o Vita disponibiliza?

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Essas e outras perguntas serão respondidas no inverno japonês deste ano, em meados do mês de dezembro, quando Soul Sacrifice será lançado — exclusivamente para o PlayStation Vita.

Fonte: Baixaki jogos

LittleBigPlanet sempre foi associado (sempre com grandes esforços da Sony) ao tripé “Jogue, crie, compartilhe”, tudo isso sempre embalado por certo humor tão nonsense quanto pertinente à temática — afinal, é impossível não enxergar com olhos lúdicos uma aventura protagonizada por um boneco de estopa, tomando como palco locais que mais pareciam saídos de um sonho infantil (particularmente criativo, é verdade).

Bem, mas é certo que sempre se pode jogar um elemento extra nesse caldeirão — algo queLittleBigPlanet 2 mostrou claramente, com elevadas possibilidades de personalização. E é exatamente a essa conclusão que a dupla Media Molecule e United Front Games chegou. Quer dizer, por que não colocar o aventureiro Sack Boy a bordo de um Kart? Afinal, já deu muito certo com outros ícones, certo? (Embora alguns deles estivessem em fim de carreira… Mas isso é uma outra história).

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Isso sem contar o know-how que deve ser depositado no novo LittleBigPlanet Karting. Por parte da Media Molecule, há toda a tradicional extravagância personalizável, com bonequinhos forjados em vários tipos de materiais, assumindo uma enormidade de cores e formatos (sem falar em alguns acessórios realmente cômicos).

Já a United Fronte Games deve levar para o game toda a experiência desenvolvida emModNation Racers — franquia que também é amplamente reconhecida por possibilidades de customização. O resultado disso, entretanto, deve ser algo bastante familiar para quem já controlou algum ícone em uma corrida de kart.

Sem encanadores, mas ainda assim familiar

Conforme revelou o site Kotaku, a jogabilidade que puxará as cordas da versão “piloto de corrida” de Sack Boy não deve escapar muito de fórmulas consagradas — particularmente, a de Mario Kart. Quer dizer, trata-se aqui, basicamente, de um jogo de corrida com mecânicas relativamente simples, resumindo-se, como já é tradicional, ao controle do veículo e o disparo de armas absurdas — em uma espécie de “trapaça institucionalizada”.

Quanto aos formatos da jogatina, nada realmente surpreendente, embora ainda assim bastante interessante. Há a possibilidade de jogar em campanha single player, mas a grande parte da diversão, ao que parece, deve estar nas porções multiplayer do game — até oito jogadores em ambiente online e quatro em tela dividida, embora qualquer combinação entre local e online seja possível.

Armas adicionais

Não que Super Mario Kart tenha sido discreto e comum em suas armas em qualquer momento. Entretanto, LittleBigPlanet Kart de fato imprime uma marca própria com os chamados “weaponators” (as suas armas aqui), conforme revelou a última edição da revista GameInformer.

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Por exemplo, por meio de um bem executado drifting, você poderá ganhar um impulso extra nas curvas. Mas fica ainda mais interessante: alguns itens transformam durante algum tempo o seu kart, conferindo vantagem óbvia. Quer dizer, que tal se transformar por alguns segundos em uma imensa luva de boxe, ou ainda em um foguete — disparando sem parada por entre todos os demais corredores de pano?

Ademais, há ainda algo realmente original aqui: os ganchos. Disponibilizados apenas em algumas pistas específicas, eles servem para prender o seu kart em tubos de espuma dispostos em alguns lugares. Além de permitir caminhos distintos, o recurso ainda possibilita manobras aéreas, conferindo um tempero extra.

Personagens e carros customizáveis

Dizer que LBP Karting permitirá que você crie os seus personagens da forma que lhe der na telha é, provavelmente, redundante. Afinal, trata-se de LittleBigPlanet, cuja marca registrada sempre foi a criação de bonequinhos tão mimosos quanto absurdos. Entretanto, eis um acréscimo interessante: em Karting também os veículos podem ser personalizados.

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E o melhor: as modificações dos carros acompanham o estilo lúdico dos bonequinhos. São karts feitos de palha e fita adesiva, bolinhos com rodas, vasos de plantas etc. — e que ainda podem ter no cockpit um piloto com bigodes feitos de bacon e chapéu em forma de ovo frito.

LBP em três dimensões

Mas há algo aqui que pode passar despercebido a princípio: LittleBigPlanet Karting representa a primeira incursão do icônico Sack Boy a um ambiente tridimensional. Entretanto, a transição aqui parece tão natural, que chega a ser realmente quase imperceptível. Afinal, os cenários mantém exatamente a mesma temática… Com a diferença de que, é claro, os seus carrinhos não vão correr apenas em duas dimensões.

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Enfim, com a óbvia exceção de Mario Bros., a inclusão de karts sempre pareceu denotar que determinada franquia andava um tanto sem direção. Mas não, esse absolutamente não parece ser o caso em LBP Karting. De fato, o trabalho conjunto entre as duas desenvolvedoras pode mesmo levar de forma natural os genes da série para o ambiente das corridas nonsense.

LittleBigPlanet Karting tem lançamento previsto para algum momento deste ano. Fique ligado no Baixaki Jogos para mais novidades.

Fonte: Baixaki jogos

Seis anos se passaram desde que Honor Among Thieves deu as caras. Durante o considerável hiato, não foram poucos os fãs que imaginaram que, em algum momento, o icônico guaxinim de “mãos leves” daria as caras no PlayStation 3 com uma matriz completamente reelaborada, conferindo novos ares à fórmula consideravelmente tradicionalista assumida no PlayStation 2. Bem, esse não é exatamente o caso de Thieves in Time… E isso pode ser realmente bom.

Conforme colocou o site Gamestpot, Sly Cooper: Thieves in Time é, antes de mais nada, uma sequência, não uma reelaboração. Dessa forma, há aqui (agora sob o comando da desenvolvedora Sanzaru Games) o retorno de boa parte das mecânicas clássicas dos jogos antigos, assim como o estilo inconfundível para contar uma boa história sobre ladrões politicamente corretos… Que agora podem também viajar através do tempo e do espaço.

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Vários Slys dispersos no tempo

Eis a curiosa história de Thieves in Time: o bom amigo do guaxinim, Bentley, resolveu ocupar o seu tempo livre com algo diferente de armas superpoderosas com tremendo potencial para catástrofes. Dessa forma, o personagem acaba por inventar uma máquina do tempo. De forma incrivelmente oportuna, a invenção coincide com o desaparecimento do livro clássico que traz todos os segredos sobre as habilidades da milenar família de ladrões de Sly.

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Além de garantir uma boa dose de humor nonsense, a proposta ainda abre espaço para um dos recursos que adicionam um tempero extra em Thieves in Time: os diferentes trajes de Sly. Para começar, que tal um ninja?

Um ancestral no Japão medieval, um artista circense etc.

A primeira parada de Sly em busca do seu precioso livro se dá em algum lugar do período medieval do Japão. É lá que encontramos Riochi, um ancestral de Sly… Que é também um ninja. Riochi acrescenta à jogabilidade tradicional do título diversos recursos extras, como a sua capacidade singular de “aliviar” bolsos alheios e abrir cadeados. Mas o ninja possui também outra habilidade incrivelmente útil: a de aterrissar de forma suave e sem fazer barulho, mesmo em superfícies abarrotadas de porcelana, por exemplo.

Mas a viagem precisa continuar, e há realmente vários destinos, cada qual com um ancestral “peculiar” do bom e velho Sly. Em um ambiente circense, por exemplo, você contará com buzinas, arcos de fogo e, naturalmente, um novo traje, muito semelhante ao que o ocorre em outro momento, quando Sly encontra um parente distante que bem poderia ser o emblemático Robin Hood.

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Em relação às mecânicas de jogo, entretanto, vale notar que há aqui algo muito semelhante em relação ao que foi feito nas versões em game de LEGO. Basicamente, é perfeitamente possível que você não consiga entrar em todos os cantos e passagens alternativas de um cenário a princípio. Entretanto, sempre será possível retornar a fases previamente atravessadas, então devidamente munido da roupa (e da habilidade) necessária.

Ainda assim, uma sequência

Ademais, Sly Cooper: Thieves in Time ainda inclui boa parte do que constituía os desafios dos títulos anteriores. São metralhadoras com sensores, armadilhas no chão etc. — fique tranquilo: há um bom motivo para que essas coisas todas estejam em tempos históricos anteriores à descoberta da pólvora. Digamos que Sly não é o único capaz de viajar no tempo…

Enfim, uma sequência de um verdadeiro clássico, embora, é claro, com alguns bons acréscimos. Resta agora esperar para conferir como, afinal, trajes, “mãos leves” e viagens no tempo se juntarão para produzir algo coeso — além de mais um capítulo na “nobre” história da família guaxinim.

Sly Cooper: Thieves in Time deve dar as caras em algum momento deste ano. Fique ligado no Baixaki Jogos para mais novidades.

Fonte: Baixaki jogos

 

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